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Por Liliane Pinheiro
Escolas municipais de Manaus recebem alunos com deficiência auditiva
A idéia de colocar na mesma sala instrutores e intérpretes de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) surgiu em 2006, após o estudo das Leis, 10.436/2002 e o Decreto – Lei nº. 5.626/2005 garantindo a inclusão da libras em todas as instâncias da sociedade brasileira, garantindo a efetivação da cidadania plena para as pessoas portadores de deficiência auditiva.
De acordo com a professora coordenadora do projeto, Eliana da Rocha Nunes, cerca de oito escolas de referência já experimentam a proposta de trabalhar com professores e alunos ouvintes, instrutores e alunos surdos que vêm conseguindo derrubar mitos e construindo alicerces de uma nova abordagem educacional.
As salas têm que ter no máximo 25 alunos, sendo 19 ouvintes e seis surdos. A classe bilíngüe conta com professor ouvinte e com instrutor falante em libras, que utiliza vários tipos de didáticas em pedagogia para surdos. Apesar do pouco tempo de projeto os resultados já contribuíram para acelerar a alfabetização das crianças ouvintes.
Os instrutores Jacson Vale da Silva, 30, e Débora Vanderley, 20, trabalham no complexo Municipal de Educação André Araújo desde 2007. Segundo eles existem duas dificuldades para o avanço do projeto, a falta de disseminação da libras entre os surdos e a resistência de alguns professores ouvintes que só após o início da experiência, conseguem visualizar a possibilidade da inclusão.
Segundo Débora, que trabalha numa sala com crianças até quatro anos de idade, o importante é criar uma estratégia para fazer o intercâmbio com os ouvintes. “Esperamos que o projeto ajude a educar, mas principalmente a diminuir o preconceito”, desabafa.
Maiores informações sobre o processo de educação articulada em classes bilíngües podem ser obtidas, segundo a professora Eliana Rocha Nunes, na Semede, na Rua Recife, 2549, Parque 10 de Novembro, pelos telefones 3643-6219/6917 ou pelo e-mail semed@pmm.am.gov.br.
Nacional
Rio de janeiro é o primeiro estado a oficializar a união homossexual
A advocacia Geral da União (AGU) deu parecer favorável ao reconhecimento civil do casamento entre os homossexuais no Rio de Janeiro que a partir de agora terão direito a concessão de benefícios previdenciários.
De acordo com o advogado Geral da União, José Antônio Dias Toffoli, no parecer o tratamento jurídico dado aos casais heterossexuais na concessão que tem benefícios como pensão após morte, dever ser o mesmo aos casais homossexuais para que não haja discriminação.
“Considerando, pois, que as relações afetivas, sejam homo ou heterossexuais, são baseadas no mesmo suporte fático, não há razão sob pena de discriminação para se atribuir aos mesmos tratamento jurídico diferenciado”, afirma o Advogado.
Com o parecer, os parceiros de servidores públicos terão direito a pensão pós-morte, assistência médica, auxílio para educação dos dependentes com direito a licença sem vencimento para acompanhar o companheiro caso seja transferido para outro Estado.
A Lei de número 5.034, de 2007, traz no texto que, são beneficiários do regime próprio de previdência social do Estado do Rio de Janeiro, na condição de dependentes do segurado, os parceiros homoafetivos que mantenham relacionamento civil permanente, desde que devidamente comprovado.
A AGU sugere ao Supremo Tribunal Federal (STF) que todas as decisões judiciais contrárias ao tratamento igualitário na concessão de benefícios sejam anuladas. Apesar da Lei não valer para os demais Estados, a decisão do STF criaria jurisprudência para que o mesmo atendimento seja estendido para todo o País.
Internacional
Escolas americanas ensinam alunos a cultivar pés de maconha
Na Califórnia e em mais 11 outros estados americanos (EUA), a lei autoriza a utilização da maconha para fins terapêuticos e como forma de educar as pessoas para os benefícios que a droga traz, mas proíbe a posse de qualquer quantidade do produto. Com base nisso a escola de Oakland, retomou um projeto educacional existente em Amsterdã que ensina pessoas a cultivar a maconha.
As atividades começaram a ser realizadas em 2007 com o sucesso e, recentemente, Los Angeles aderiu aos cursos. Cerca de duzentos estudantes já receberam o diploma e mais de 500 pessoas já se escreveram para aprender a cultivar a planta para fins educacionais.
Por Liliane Pinheiro
Escolas municipais de Manaus recebem alunos com deficiência auditiva
A idéia de colocar na mesma sala instrutores e intérpretes de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) surgiu em 2006, após o estudo das Leis, 10.436/2002 e o Decreto – Lei nº. 5.626/2005 garantindo a inclusão da libras em todas as instâncias da sociedade brasileira, garantindo a efetivação da cidadania plena para as pessoas portadores de deficiência auditiva.De acordo com a professora coordenadora do projeto, Eliana da Rocha Nunes, cerca de oito escolas de referência já experimentam a proposta de trabalhar com professores e alunos ouvintes, instrutores e alunos surdos que vêm conseguindo derrubar mitos e construindo alicerces de uma nova abordagem educacional.
As salas têm que ter no máximo 25 alunos, sendo 19 ouvintes e seis surdos. A classe bilíngüe conta com professor ouvinte e com instrutor falante em libras, que utiliza vários tipos de didáticas em pedagogia para surdos. Apesar do pouco tempo de projeto os resultados já contribuíram para acelerar a alfabetização das crianças ouvintes.
Os instrutores Jacson Vale da Silva, 30, e Débora Vanderley, 20, trabalham no complexo Municipal de Educação André Araújo desde 2007. Segundo eles existem duas dificuldades para o avanço do projeto, a falta de disseminação da libras entre os surdos e a resistência de alguns professores ouvintes que só após o início da experiência, conseguem visualizar a possibilidade da inclusão.
Segundo Débora, que trabalha numa sala com crianças até quatro anos de idade, o importante é criar uma estratégia para fazer o intercâmbio com os ouvintes. “Esperamos que o projeto ajude a educar, mas principalmente a diminuir o preconceito”, desabafa.
Maiores informações sobre o processo de educação articulada em classes bilíngües podem ser obtidas, segundo a professora Eliana Rocha Nunes, na Semede, na Rua Recife, 2549, Parque 10 de Novembro, pelos telefones 3643-6219/6917 ou pelo e-mail semed@pmm.am.gov.br.
Nacional
Rio de janeiro é o primeiro estado a oficializar a união homossexual
A advocacia Geral da União (AGU) deu parecer favorável ao reconhecimento civil do casamento entre os homossexuais no Rio de Janeiro que a partir de agora terão direito a concessão de benefícios previdenciários.De acordo com o advogado Geral da União, José Antônio Dias Toffoli, no parecer o tratamento jurídico dado aos casais heterossexuais na concessão que tem benefícios como pensão após morte, dever ser o mesmo aos casais homossexuais para que não haja discriminação.
“Considerando, pois, que as relações afetivas, sejam homo ou heterossexuais, são baseadas no mesmo suporte fático, não há razão sob pena de discriminação para se atribuir aos mesmos tratamento jurídico diferenciado”, afirma o Advogado.
Com o parecer, os parceiros de servidores públicos terão direito a pensão pós-morte, assistência médica, auxílio para educação dos dependentes com direito a licença sem vencimento para acompanhar o companheiro caso seja transferido para outro Estado.
A Lei de número 5.034, de 2007, traz no texto que, são beneficiários do regime próprio de previdência social do Estado do Rio de Janeiro, na condição de dependentes do segurado, os parceiros homoafetivos que mantenham relacionamento civil permanente, desde que devidamente comprovado.
A AGU sugere ao Supremo Tribunal Federal (STF) que todas as decisões judiciais contrárias ao tratamento igualitário na concessão de benefícios sejam anuladas. Apesar da Lei não valer para os demais Estados, a decisão do STF criaria jurisprudência para que o mesmo atendimento seja estendido para todo o País.
Internacional
Escolas americanas ensinam alunos a cultivar pés de maconha
Na Califórnia e em mais 11 outros estados americanos (EUA), a lei autoriza a utilização da maconha para fins terapêuticos e como forma de educar as pessoas para os benefícios que a droga traz, mas proíbe a posse de qualquer quantidade do produto. Com base nisso a escola de Oakland, retomou um projeto educacional existente em Amsterdã que ensina pessoas a cultivar a maconha.As atividades começaram a ser realizadas em 2007 com o sucesso e, recentemente, Los Angeles aderiu aos cursos. Cerca de duzentos estudantes já receberam o diploma e mais de 500 pessoas já se escreveram para aprender a cultivar a planta para fins educacionais.
Além de plantar os estudantes recebem orientações sobre a história da Cannabis sativa, a maconha, as políticas sobre o produto e horticultura. Os cursos incluem também jogos para saber como comportar-se se for parado por um policial, como tomar cuidado na preparação do produto para fins medicinais e sobre a melhor forma de secar as folhas e reduzir o odor liberado.
Os dirigentes da escola apontam os bons resultados da droga como terapia em pessoas com dores e que sofrem principalmente com câncer, esclerose e Aids.

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